sábado, 24 de julho de 2010

D. JOSÉ DE A. E MOURA

D. JOSÉ DE A. E MOURA (1794-1875)
Nasceu em Alfândega da Fé, bispo de Viseu e mais tarde Arcebispo de Braga

FRANCISCO P. DE LEMOS

FRANCISCO P. DE LEMOS (1800-1883)
Nasceu em Vilarelhos, Morgado de Vilarelhos, deputado.

COMANDANTE JEREMIAS FERREIRA


COMANDANTE JEREMIAS FERREIRA (1910- 1996)
Nasceu em Alfândega da Fé, Comandante Honorário Dos Bombeiros Voluntários

CAMILO DE MENDONÇA

CAMILO DE MENDONÇA (1849-1922)
Nasceu em Vilarelhos, proprietário, político, destacou-se também na luta pela Restauração do Concelho

ENGENHEIRO CAMILO MENDONÇA


ENGENHEIRO CAMILO MENDONÇA (1921-1984)
Natural de Vilarelhos, deputado, realizou uma obra memorável no concelho e no distrito: criador do Cachão, da Cooperativa Agrícola, das Barragens, e do Plano em Alfândega da Fé

JOÃO BAPTISTA VILARES


JOÃO BAPTISTA VILARES ( 1888-1955)
Natural de Sambade, professor.
Autor: Monografia do Concelho de Alfândega da Fé, 1926. Para a História da Traulitânia um voluntário da República na defesa de Mirandela,1924. No limiar dos centenários, 1940. Na Escola e na Vida: notas pedagógicas de trinta anos de labor, 1943. Nova Luz, 1947. Amor à Terra, 1948. Serões na Casa do Povo,1950.

ANTÓNIO J. PIMENTEL

António J. Pimentel (1741-1821)
Natural de Sambade, celebrizou-se com a sua Cartilha da Doutrina Cristã, adoptada durante anos como base do ensino elementar e infantil. Abade de Salamonde

ALBERTO VERGUEIRO

Alberto Vergueiro (1851-1905)
Natural de Gebelim, seguiu a carreira das armas.

RESTAURAÇÃO DO CONCELHO: 13 de JANEIRO de 1898

RESTAURAÇÃO DO CONCELHO: 13 de JANEIRO de 1898
Após a revolta do povo alfandeguense e luta o concelho foi restaurado por decreto de 13 de Janeiro de 1989, estando no poder o Partido Progressista.
Transcreve-se esta frase escaldante de indignação, publicada num manifesto da época:
“Alerta!-Alfandeguenses, há alguns meses que o actual governo sacrificou a autonomia e independência do nosso concelho às conveniências políticas do seu revoltante faccionismo partidário. Esgotamos todos os meios de resistência legais. Não quiseram ouvir-nos, protestamos e eles quiseram emudecer o nosso protesto.”

EXTINÇÃO DO CONCELHO: 24 de OUTUBRO de 1895

EXTINÇÃO DO CONCELHO: 24 de OUTUBRO de 1895
O Concelho de Alfândega da Fé, foi extinto, estando no poder o Partido Regenerador, por decreto de 24 de Outubro, foram extintos no país alguns concelhos e o de Alfândega foi um deles.
As freguesias que o constituíam foram distribuídas pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros, Vila Flor, Moncorvo e Mogadouro

Joaquim Cândido de Mendonça: Republicano

Joaquim C. de Mendonça (1883-1910)
Natural de Vilarelhos, presidente da 1ª Comissão Municipal Republicana.
Joaquim Cândido de Mendonça foi o principal chefe republicano em Alfândega da Fé e faleceu poucos dias antes do 5 de Outubro de 1910, ao tentar salvar um criado caído ao fundo de um enorme tonel.

MARQUÊS DE TÁVORA

Em 1706, Alfândega era abadia do Padroado Real e o Marquês de Távora tinha nela direitos reais: em treze lugares- 18 reis em cada morador; nos lugares da serra de Sendim- 4alqueires e quarta de cevada e 6 reis em cada casal; e nos outros seis lugares- 30 reis em cada vizinho.

A 1ª Escola: 1862

A escola masculina foi criada em 1 de Outubro de 1862

REVOLUÇÃO DE 1383/85

Durante a revolução de 1383/85, os Alfandeguenses tomaram partido pelo rei de Castela. D. João I, posteriormente, como castigo, obrigou-os a participar na reconstrução dos muros de Moncorvo.

MISERICÓRDIA DE ALFÂNDEGA DA FÉ:1498


A Misericórdia de Alfândega da Fé data de 1498 e foi criada pela viúva de D. João II, D. Leonor de Lencastre, a instâncias de Frei Miguel Contreias.

2º FORAL: 1 de JUNHO de 1510


Foral concedido pelo rei D. Manuel I

1º FORAL: 8 de MAIO de 1294


1º FORAL- 8 de Maio de 1294
Em 8 de Maio de 1294, D. Dinis concedeu a Alfândega da Fé e seu termo o primeiro foral, um documento curto que para além de definir o território indicava os direitos e deveres dos seus habitantes.
Transcrições:
“ Em nome de Deus ámen. Saibam quantos esta carta virem e ler ouvirem que eu D. Dinis pela graça de Deus Rei de Portugal e do Algarve em conjunto com minha mulher Rainha dona Isabel e com meus filhos infantes D. Afonso e D. Constança faço carta de foro para todo o sempre aos povoadores e moradores da minha vila e do Castelo de Alfândega da Fé (…)”
“Daí em diante dêem a mim e a todos os meus sucessores cada povoador ou morador dez soldos de Portugueses por dia de S. Martinho em cada ano.”
(…)
“E eu não devo dar dar essa terra a Rico-homem nem a Rica-dona nem entrem aí salvo se for de passagem e se ali entrar não fique mais do que um dia. E aquelas coisas que aí gastar pague-as como as apreçarem os juízes”
(…)
“E eu dou a eles por termo dessa vila de Alfândega da Fé como parte com Sambade. E como parte Vila Flor e com a Torre de Moncorvo e como parte com Mós, pela linha do Sabor e como parte com Mogadouro por essa linha do Sabor e como parte por Chacim (…)”

CARTA DE FEIRA

O rei D. Dinis passou Carta de Feira à vila de Alfândega da Fé, para que se celebre feira no dia 4 de cada mês, depois da de Mogadouro e antes de Mirandela, no dia 17 de Setembro de 1299.

BAIRRO DA COUTADA











CARTAZ 2010




segunda-feira, 19 de julho de 2010

Manuel Vicente Faria

O animador cultural que marcou o século XX em Alfândega da Fé
Chamava-se Manuel Vicente Faria, nasceu no Montijo e faleceu em 1993.
Começou a exercer funções de Notário em Alfândega da Fé em 17 de Junho de 1939.
Formado em direito pela Universidade de Coimbra, em 1934, era um homem de cultura.
Dr. Manuel Vicente Faria casou-se com Maria Leopoldina Pereira, filha de um dos mais ricos proprietários da vila de Alfândega da Fé.
Vivia na casa da família da mulher, a “Casa Grande”.