sábado, 11 de junho de 2011
LARGO DO CASTELO
LARGO DO CASTELO - Esta foi, seguramente, a zona central do castelo medieval, mandado construir por D. Dinis em 1320; perdida a importância militar da vila, o castelo foi-se degradando e a sua pedra utilizada para a construção de casas.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
DESCRIÇÃO
Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe que a localidade deve ter adquirido entre os séculos VIII IX. É muito possível que anteriormente a este período já existisse algum povoado de origem Castreja, o que não será de admirar, até porque na área do concelho existem muitos vestígios arqueológicos desse e até de períodos anteriores. No entanto, a transformação em concelho medieval só aconteceu com a carta de foral de D. Dinis, datada a 8 de Maio de 1294, o qual viria a ser confirmado por D. Manuel, em 1510. Em 1320 o mesmo rei D. Dinis mandou reconstruir o seu castelo, que era anterior ao primeiro foral e provavelmente construído pelos mouros. Este castelo desapareceu com o tempo. O recenseamento do ano de 1530 já indica o castelo como "derrubado e malbaratado" e nunca mais foi recuperado, muito embora o Tombo dos Bens do Concelho de 1766 ainda identifique os "antigos muros" pelo que, a Torre do Relógio, actual ex libris da vila, e que fica na zona conhecida por Castelo, parece ser o que resta do antigo castelo medieval. Na sede do concelho merecem ainda uma visita a Capela da Misericórdia, a Capela de S. Sebastião, (inicialmente ermida) cujo campanário actual veio da casa dos Távora, de que resta apenas, do original, a porta de entrada da capela familiar, o portal da mesma casa e a Capela dos Ferreiras, com brasão picado, a identificar ligações àquela família
LENDA DOS CAVALEIROS DAS ESPORAS DOURADAS

LENDA DOS CAVALEIROS DAS ESPORAS DOURADAS, OU DO TRIBUTO DAS DONZELAS
Tanto quanto pudemos apurar, esta lenda (e o tributo das donzelas), tem sido referida em várias publicações como "Santuário Mariano", "Monarchia Lusitana" de frei Bernardo de Brito, na "Chorographia" do Padre Carvalho da Costa, no "Dicionário Geográfico" do Padre Luís Cardoso e posteriormente referida em publicações mais recentes, com uma ou as duas designações acima identificadas. Recentemente foi ainda publicado pela Câmara Municipal de Alfândega da Fé um romance inédito (em termos de livro) de João Baptista Vilares, cujo tema é esta lenda. A Lenda dos Cavaleiros das Esporas Douradas, ou do Tributo das Donzelas pode resumir se da seguinte forma: no tempo do domínio muçulmano existia um mouro que, a partir do castelo do monte carrascal, próximo da actual localidade de Chacim (que já foi vila e hoje pertence ao concelho de Macedo de Cavaleiros) dominava toda a região, incluindo as gentes de Castro Vicente (que também já foi vila e hoje pertence ao concelho de Mogadouro) e as de Alfândega e como feudo exigia às populações a entrega de um determinado número de donzelas. Revoltados com este "tributo de donzelas", os moradores de Alfândega e seu concelho (nomeadamente Vilares da Vilariça) reagiram com armas, tendo os seus "Cavaleiros das Esporas Douradas" organizado uma investida contra o mouro, apoiados pelos de Castro Vicente. A batalha entre as duas partes ocorreu próximo do castelo do mouro; apesar de aguerridos os cristãos começaram por ter dificuldade em vencer as hostes muçulmanas e estavam prestes a perder a luta, tantos eram já os mortos e os feridos; entretanto, apareceu Nossa Senhora, que foi reanimando os mortos e curando os vivos, passando lhes um ramo de bálsamo que trazia na mão; à medida que o grupo dos cristãos se foi recompondo a peleja aumentou de intensidade e os muçulmanos foram completamente rechaçados terminando assim a obrigatoriedade daquele tributo. No local construiu-se uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Bálsamo na Mão, hoje o santuário de Balsemão; o local de tão grande chacina deu origem a Chacim, localidade que haveria de ser sede de concelho até meados do século XIX; e Alfândega, graças à valentia dos seus cavaleiros, em nome da fé cristã, passou a designar se Alfândega da Fé. Relativamente a esta lenda e para explicar a existência dos cavaleiros, o Padre Manuel Pessanha sugere que Alfândega da Fé tenha sido sede de uma ordem militar, "antiga, anonyma, muito anterior aos templários, e mesmo a qualquer ordem militar conhecida"3 com cerca de duzentos membros. Na realidade o Padre Carvalho da Costa, na sua "Chorographia", refere a existência de duzentos cavaleiros, mas o Padre Luís Cardoso, no "Dicionário Geográfico", refere apenas 25. Entretanto, não deve excluir se a possibilidade de o imaginário popular ter encontrado na Ordem de Malta a ideia dos cavaleiros. Um estudo recente de Belarmino Afonso refere que a igreja de Malta pertenceu àquela Ordem desde D. Sancho I, o que nos leva para o século XII. Ora, como a carta de foral de D. Dinis já identifica Alfândega da Fé como vila e possuindo castelo, é de admitir que o concelho já existisse anteriormente com esse nome, pelo que a lenda só teria sentido se fosse ainda mais antiga, uma vez que os acontecimentos nela contidos servem sobretudo para explicar o "da Fé". Ou seja, esta lenda pode muito bem ser anterior à própria nacionalidade e transformar se num elemento de estudo que comprove o papel que esta vila teve durante o domínio muçulmano nesta região.
Tanto quanto pudemos apurar, esta lenda (e o tributo das donzelas), tem sido referida em várias publicações como "Santuário Mariano", "Monarchia Lusitana" de frei Bernardo de Brito, na "Chorographia" do Padre Carvalho da Costa, no "Dicionário Geográfico" do Padre Luís Cardoso e posteriormente referida em publicações mais recentes, com uma ou as duas designações acima identificadas. Recentemente foi ainda publicado pela Câmara Municipal de Alfândega da Fé um romance inédito (em termos de livro) de João Baptista Vilares, cujo tema é esta lenda. A Lenda dos Cavaleiros das Esporas Douradas, ou do Tributo das Donzelas pode resumir se da seguinte forma: no tempo do domínio muçulmano existia um mouro que, a partir do castelo do monte carrascal, próximo da actual localidade de Chacim (que já foi vila e hoje pertence ao concelho de Macedo de Cavaleiros) dominava toda a região, incluindo as gentes de Castro Vicente (que também já foi vila e hoje pertence ao concelho de Mogadouro) e as de Alfândega e como feudo exigia às populações a entrega de um determinado número de donzelas. Revoltados com este "tributo de donzelas", os moradores de Alfândega e seu concelho (nomeadamente Vilares da Vilariça) reagiram com armas, tendo os seus "Cavaleiros das Esporas Douradas" organizado uma investida contra o mouro, apoiados pelos de Castro Vicente. A batalha entre as duas partes ocorreu próximo do castelo do mouro; apesar de aguerridos os cristãos começaram por ter dificuldade em vencer as hostes muçulmanas e estavam prestes a perder a luta, tantos eram já os mortos e os feridos; entretanto, apareceu Nossa Senhora, que foi reanimando os mortos e curando os vivos, passando lhes um ramo de bálsamo que trazia na mão; à medida que o grupo dos cristãos se foi recompondo a peleja aumentou de intensidade e os muçulmanos foram completamente rechaçados terminando assim a obrigatoriedade daquele tributo. No local construiu-se uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Bálsamo na Mão, hoje o santuário de Balsemão; o local de tão grande chacina deu origem a Chacim, localidade que haveria de ser sede de concelho até meados do século XIX; e Alfândega, graças à valentia dos seus cavaleiros, em nome da fé cristã, passou a designar se Alfândega da Fé. Relativamente a esta lenda e para explicar a existência dos cavaleiros, o Padre Manuel Pessanha sugere que Alfândega da Fé tenha sido sede de uma ordem militar, "antiga, anonyma, muito anterior aos templários, e mesmo a qualquer ordem militar conhecida"3 com cerca de duzentos membros. Na realidade o Padre Carvalho da Costa, na sua "Chorographia", refere a existência de duzentos cavaleiros, mas o Padre Luís Cardoso, no "Dicionário Geográfico", refere apenas 25. Entretanto, não deve excluir se a possibilidade de o imaginário popular ter encontrado na Ordem de Malta a ideia dos cavaleiros. Um estudo recente de Belarmino Afonso refere que a igreja de Malta pertenceu àquela Ordem desde D. Sancho I, o que nos leva para o século XII. Ora, como a carta de foral de D. Dinis já identifica Alfândega da Fé como vila e possuindo castelo, é de admitir que o concelho já existisse anteriormente com esse nome, pelo que a lenda só teria sentido se fosse ainda mais antiga, uma vez que os acontecimentos nela contidos servem sobretudo para explicar o "da Fé". Ou seja, esta lenda pode muito bem ser anterior à própria nacionalidade e transformar se num elemento de estudo que comprove o papel que esta vila teve durante o domínio muçulmano nesta região.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
RESUMO DA HISTÓRIA
Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe que a localidade deve ter adquirido entre os séculos VIII IX. É muito possível que anteriormente a este período já existisse algum povoado de origem Castreja, o que não será de admirar, até porque na área do concelho existem muitos vestígios arqueológicos desse e até de períodos anteriores. No entanto, a transformação em concelho medieval só aconteceu com a carta de foral de D. Dinis, datada a 8 de Maio de 1294, o qual viria a ser confirmado por D. Manuel, em 1510. Em 1320 o mesmo rei D. Dinis mandou reconstruir o seu castelo, que era anterior ao primeiro foral e provavelmente construído pelos mouros. Este castelo desapareceu com o tempo. O recenseamento do ano de 1530 já indica o castelo como "derrubado e malbaratado" e nunca mais foi recuperado, muito embora o Tombo dos Bens do Concelho de 1766 ainda identifique os "antigos muros" pelo que, a Torre do Relógio, actual ex libris da vila, e que fica na zona conhecida por Castelo, parece ser o que resta do antigo castelo medieval. Na sede do concelho merecem ainda uma visita a Capela da Misericórdia, a Capela de S. Sebastião, (inicialmente ermida) cujo campanário actual veio da casa dos Távora, de que resta apenas, do original, a porta de entrada da capela familiar, o portal da mesma casa e a Capela dos Ferreiras, com brasão picado, a identificar ligações àquela família.
sábado, 12 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
ESCOLA- CASA GRANDE: Escola: Doutor Francisco Pereira Lemos
CASA GRANDE: COLÉGIO: 7º 8º 9º: EXTERNATO LICEAL DE ALFÂNDEGA DA FÉ
Padre Acácio: Diretor
ESCOLA 5º 6º: Preparatória Oficial
Rés-do-chão: Supermercado Araújo
CASA GRANDE: 1º e 2º Andar. Externato e Escola Preparatória: 1971
Escola: Doutor Francisco Pereira Lemos
Escola Básica 2º e 3º Ciclo : EB 2/3 do Ensino Básico: 1979?
02/01/1986 a 07/07/1987
Presidente da comissão instaladora da Comissão "Octávio Augusto Mesquita e Mota".
BIBLIOTECA MUNICIPAL: 13 de Junho 1993
MERCADO: 1994
Padre Acácio: Diretor
ESCOLA 5º 6º: Preparatória Oficial
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| CASA GRANDE |
Escola: Doutor Francisco Pereira Lemos
Escola Básica 2º e 3º Ciclo : EB 2/3 do Ensino Básico: 1979?
02/01/1986 a 07/07/1987
Presidente da comissão instaladora da Comissão "Octávio Augusto Mesquita e Mota".
BIBLIOTECA MUNICIPAL: 13 de Junho 1993
MERCADO: 1994
terça-feira, 8 de março de 2011
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Associação Musical de Alfândega da Fé

Site: http://www.musicalalfandega.com
Localização actual: Mercado Municipal de Alfândega da Fé
Biografia: A Banda Municipal de Alfândega da Fé foi fundada a 29 de Maio de 2002.
Este projecto lançado pelo Município de Alfândega da Fé contou com a colaboração inicial de ex. Músicos da antiga Associação da Banda de Sambade e da antiga Banda dos Bombeiros de Alfândega da Fé.
Inicialmente esta Banda passou por fazer ensaios numa pequena escola primária, passando no ano de 2004 para o antigo edifício da Casa do Povo de Alfândega da Fé. Actualmente encontra-se instalada em sede própria no Mercado Municipal.
Devido às condições degradantes que os instrumentos apresentavam, o Município de Alfândega da Fé consegue no ano de 2005 a compra de um instrumental novo com intuito de reestruturar toda a logística da Banda e da escola de Música.
Pela Direcção artística da banda passou o Maestro João Manuel e actualmente o Maestro Vitor Nascimento que para além de ser o responsável artístico da Banda ocupa ainda funções na formação de jovens músicos, com o objectivo de servirem a Banda.
Actualmente a Banda é constituída por cerca de 60 elementos, sendo a maioria fruto da escola de música da Banda.
No seu recente historial contam participações como:
- Encontro de Bandas realizado em Mogadouro no ano de 2004;
- Intercambio entre os Municípios de Alfândega da Fé e Medina de Rio Seco (Espanha);
- Abril de 2007, gravação do 1º Cd, intitulado “Harmonias”
- Realiza em 2009 o seu primeiro encontro de Bandas na Sede de Concelho;
- Em Maio de 2010 participa nas comemorações em honra de nossa Senhora de Fátima, junto das comunidades Franco-Portuguesa de Saint Julien de Benchevill;
- Em 2010 participou no projecto do Município de Bragança intitulado “Ver a Banda Tocar” realizando um concerto no fórum Teatro de Bragança;
- Realiza em 2010 o segundo encontro de Banda Filarmónicas;
- Participou também no encontro de Bandas em Vimioso;
- Participou em 2010 no programa da RTP “ Verão Total”;
- Desde a sua fundação tem estado presente nas actividades Municipais, e nos serviços para as quais tem sido solicitada.
domingo, 1 de agosto de 2010
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