terça-feira, 15 de maio de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
SEGADORES
Os segadores vinham em ranchos à procura de trabalho e, a partir de meados de Junho, aguardavam pela manhã, sentados nos passeios e nos bancos das ruas do centro da vila, a chegada dos lavradores e dos grandes proprietários que os vinham contratar para as ceifas. A origem dos segadores era muito variada: aos transmontanos juntavam-se minhotos, galegos, beirões e durienses.
Esses ranchos eram maioritariamente constituídos por homens e rapazes, mas também apareciam algumas mulheres.
Esses ranchos eram maioritariamente constituídos por homens e rapazes, mas também apareciam algumas mulheres.
Os segadores eram trabalhadores rurais assalariados que apareciam no concelho de Macedo, com foice e gadanha, prontos para ceifar, sobretudo o trigo e o centeio. Chamava-se segador, não apenas aos que ceifavam, mas também a todos os que os acompanhavam, fossem eles as mulheres, os filhos (rapazes ou raparigas) ou os idosos, aos quais eram atribuídas tarefas como as de apanhar o cereal ceifado, atá-lo em molhos e carregá-lo, ou ir à água, ao vinho, ou ir buscar a comida.
Para o final daquela manifestação cultural e etnográfica, a organização promete uma tradicional merenda da ceifa.
O grupo de segadores ao entrar na povoação.
Atenção clique nos links assinalados a amarelo e vermelho
Sugerimos a leitura de um texto sobre "As segadas",
de António da Eira, onde também se fala sobre as
actividades depois das segadas e sobre as acarrejas.
Poderão, ainda, conhecer algumas "Cantigas da segada".
As segadas - Castanheira - Chaves - Trás-os-Montes e As malhadas do trigo e do centeio
As segadas - Castanheira - Chaves - Trás-os-Montes
Os segadores no fim da ceifa.
O grupo de segadores ao entrar na povoação.
Atenção clique nos links assinalados a amarelo e vermelho
Sugerimos a leitura de um texto sobre "As segadas",
de António da Eira, onde também se fala sobre as
actividades depois das segadas e sobre as acarrejas.
Poderão, ainda, conhecer algumas "Cantigas da segada".
Malhada do trigo ou centeio, antigamente
Foto retirada de: "O Douro", Manuel Monteiro
Sugerimos leitura de texto: "As malhadas", de
António da Eira, in "Velhas Canções Transmontanas"
etnografiaemimagens.blogspot.pt
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
sexta-feira, 28 de julho de 2017
O MOURÃO OU A PÉLA
JOGO TRADICIONAL
O MOURÃO OU A PÉLA
DESENVOLVIMENTO:COLOCA - SE O MOURÃO NA POSIÇÃO VERTICAL (OU PODE-SE SUBSTITUIR POR UM BANCO DEITADO). UMA EQUIPA (A) FICA ATRÁS DA LINHA HORIZONTAL QUE PASSA PELO MOURÃO E A OUTRA (B) POSICIONA-SE NO CAMPO EM FRENTE. UM ELEMENTO DA EQUIPA A LANÇA A BOLA À MAIOR DISTÂNCIA POSSÍVEL (AGARRA NELA COM UMA MÃO, DEIXA-A CAIR NA VERTICAL E, QUANDO SE ENCONTRA TOTALMENTE NO AR LANÇA-A COM A OUTRA). SE A EQUIPA B A APANHAR ANTES DE TOCAR NO CHÃO GANHA TRÊS PONTOS.
CASO CONTRÁRIO, NO LUGAR ONDE PÁRA A BOLA, TRAÇA UMA LINHA PARALELA AO MOURÃO, COLOCA-SE DE FRENTE PARA O MESMO E, ROLANDO COM A BOLA PELO CHÃO, TENTA BATER NELE. SE CONSEGUIR GANHA TRÊS PONTOS.
NESTAS DUAS SITUAÇÕES (APANHAR A BOLA NO AR OU ACERTAR NO MOURÃO) O ELEMENTO DA EQUIPA A TERMINA OS ARREMESSOS E ESTES PASSAM A SER FEITOS PELO OUTRO. SE A BOLA NÃO BATER NO MOURÃO, A EQUIPA A GANHA UM PONTO E O JOGADOR CONTINUA A ARREMESSOS ATÉ SE VERIFICAR UMA DAS DUAS SITUAÇÕES ANTERIORES. TROCAM-SE , AS POSIÇÕES APÓS SE VERIFICAR A INTERVENÇÃO DE TODOS OS JOGADORES DA EQUIPA A. O JOGO TERMINA LOGO QUE UMA EQUIPA ATINJA O NÚMERO DE PONTOS ESTABELECIDO
DESENHO GRÁFICO
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