quinta-feira, 30 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Gravuras rupestres de Alfândega da Fé:
Próximo da margem esquerda da Ribeira da Vilariça, integrando a freguesia de Eucisia, foram identificadas duas placas xistosas de grandes proporções, contendo na sua superfície lisa uma divesificada sequência de motivos rupestres gravados.
A pedra de maiores dimensões atinge os cinco metros de altura e tem três metros de largura. Encontra-se profusamente decorada com motivos martelados ou picados, lendo-se nela uma esquemática figuração humana, bem assim como motivos em "ferradura" completados por pequeno círculo central.
As gravuras feitas pelo método de incisão aparecem de forma linear e geometrizante, identificando-se escadas e quadrículas, triângulos e setas, embora o seu significado real permaneça uma incógnita.
A outra placa, de menores proporções, é preenchida por sinalética agrupada em duas partes. Quatro escadas e um triângulo constituem uma delas, enquanto a outra apresenta sete sinais sugerindo uma escrita arcaica.
Estas gravuras são de cronologia incerta. No entanto, por análise da técnica pode-se afirmar que as gravuras marteladas são mais antigas do que as que foram obtidas pelo método de incisão. As primeiras poderão ser atribuídas ao período Neolítico (entre 10 000 e 3500 a. C.), enquanto as gravuras por incisão serão atribuíveis à Idade do Ferro (aproximadamente entre o século VII e III a. C.).
Como referenciar este artigo:
gravuras rupestres de Alfândega da Fé. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-06-17].
Disponível na www:.
A pedra de maiores dimensões atinge os cinco metros de altura e tem três metros de largura. Encontra-se profusamente decorada com motivos martelados ou picados, lendo-se nela uma esquemática figuração humana, bem assim como motivos em "ferradura" completados por pequeno círculo central.
As gravuras feitas pelo método de incisão aparecem de forma linear e geometrizante, identificando-se escadas e quadrículas, triângulos e setas, embora o seu significado real permaneça uma incógnita.
A outra placa, de menores proporções, é preenchida por sinalética agrupada em duas partes. Quatro escadas e um triângulo constituem uma delas, enquanto a outra apresenta sete sinais sugerindo uma escrita arcaica.
Estas gravuras são de cronologia incerta. No entanto, por análise da técnica pode-se afirmar que as gravuras marteladas são mais antigas do que as que foram obtidas pelo método de incisão. As primeiras poderão ser atribuídas ao período Neolítico (entre 10 000 e 3500 a. C.), enquanto as gravuras por incisão serão atribuíveis à Idade do Ferro (aproximadamente entre o século VII e III a. C.).
Como referenciar este artigo:
gravuras rupestres de Alfândega da Fé. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-06-17].
Disponível na www:
DESCRIÇÃO
Alfândega da Fé
Aspetos Geográficos
O concelho de Alfândega da Fé, do distrito de Bragança, está limitado pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros a norte, com o qual reparte a centralidade no distrito, Mogadouro a este, a sul por Torre de Moncorvo, a oeste tem Vila Flor e a noroeste Mirandela.
Tem uma área de 321,9 km2 distribuída por 20 freguesias: Agrobom, Alfândega da Fé, Cerejais, Eucísia, Ferradosa, Gebelim, Gouveia, Parada, Pombal, Saldonha, Sambade, Sendim da Ribeira, Sendim da Serra, Soeima, Vale Pereiro, Vales, Valverde, Vilar Chão, Vilarelhos e Vilares de Vilariça.
Em 2005, o concelho apresentava uma população de 5746 habitantes.
O natural ou habitante de Alfândega da Fé denomina-se alfandeguense.
O concelho é bastante acidentado, situado na vertente sudeste da serra de Bornes e é atravessado pelos vales do Rio de Zacarias na área central, do rio Bornes no limite com Mogadouro e da ribeira de Vilariça na fronteira Vila Flor.
História e Monumentos
Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe dado à localidade entre os secs VIII e IX. Este povoado primitivo só foi transformado em concelho medieval no sec. XIII por foral de D. Dinis e reconfirmado no sec. XVI por D. Manuel.
Do património arquitetónico do concelho destacam-se os seguintes monumentos: os Castelos de Felgueiras em Agrobom, de Gouveia, de Sendim da Ribeira, de Alfândega da Fé e de Picões (séc. XVIII), em Eucísia; as Igrejas Matriz de Agrobom, Matriz de Sambade (séc. XVIII) e Matriz de Sendim da Ribeira (séc. XVII); as Capelas de Santa Eufémia, de Nossa Senhora de Jerusalém (séc. XIX) em Sendim da Serra, de Santo Antão em Vilarelhos, de São Bernardino em Ferradosa e de São Sebastião (séc. XVIII) em Alfândega da Fé; os Solares do Morgado de Vilarelhos (séc. XVII) e de Santa Justa em Eucísia; os Santuários de Nossa Senhora dos Anúncios em Vilarelhos e do Imaculado Coração de Maria nos Cerejais; o Cruzeiro de Gouveia (séc. XIX); a Torre do Relógio em Alfândega da Fé; os diferentes castros e as pontes medievais.
Tradições, Lendas e Curiosidades
A origem da palavra Alfândega vem do árabe Alfandagua que significa estalagem segura. A palavra Fé surge, segundo a lenda, da libertação das donzelas. Havia naquelas paragens um rei muçulmano que obrigava as pessoas das vilas vizinhas a pagarem, como feudo, umas tantas donzelas. A população do concelho, cansada de tal arrogância, pegou em armas e, conjuntamente com o povo das terras vizinhas, lutou contra o mouro, acabando por matá-lo e aos seus soldados. Assim terminou o tributo e viveram em tranquilidade.
Romarias importantes: Festa do Mártir S. Sebastião, no segundo domingo de agosto, em Gebelim; a Festa de S. Bernardino de Sena, a 9 de setembro, em Sambade; a Festa de Nossa Senhora das Neves, no terceiro domingo de agosto, em Parada; a Festa de Santo Antão da Barca, no primeiro domingo de setembro, em Vilarelhos; a Festa de Nossa Senhora dos Anúncios a 11 e 12 de agosto; e, em Sendim da Serra, a Festa a Nossa Senhora de Jerusalém. Anualmente realiza-se a Festa da Amendoeira em Flor (fevereiro/março) e a Festa da Cereja (primeira quinzena de junho). Tem feiras mensais nos dias 17 e último dia do mês na freguesia da sede do concelho e no primeiro domingo em Sambade.
Tem o feriado municipal a 29 de junho.
No artesanato típico confecionam-se cestas de verga e canastras, trabalhos em couro, trabalhos na forja, colchas de linho e de lã.
Economia
Economicamente é um concelho agrícola, já que o vale em que se encontra situado é muito fértil. É um concelho que se dedica, essencialmente, à produção de amêndoa, cereja, castanha, sobreiro, produtos hortícolas e à criação de gado ovino e caprino. A indústria tem pouca expressão na economia do concelho, prevalecendo as pequenas empresas ligadas à construção civil, ao ramo alimentar e ao ramo da madeira e cortiça. Um ramo económico em desenvolvimento é o do turismo, pois o concelho possui condições para prática da caça, pesca e desportos fluviais.
Como referenciar este artigo:
Alfândega da Fé. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-06-17].
Disponível na www:.
Aspetos Geográficos
O concelho de Alfândega da Fé, do distrito de Bragança, está limitado pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros a norte, com o qual reparte a centralidade no distrito, Mogadouro a este, a sul por Torre de Moncorvo, a oeste tem Vila Flor e a noroeste Mirandela.
Tem uma área de 321,9 km2 distribuída por 20 freguesias: Agrobom, Alfândega da Fé, Cerejais, Eucísia, Ferradosa, Gebelim, Gouveia, Parada, Pombal, Saldonha, Sambade, Sendim da Ribeira, Sendim da Serra, Soeima, Vale Pereiro, Vales, Valverde, Vilar Chão, Vilarelhos e Vilares de Vilariça.
Em 2005, o concelho apresentava uma população de 5746 habitantes.
O natural ou habitante de Alfândega da Fé denomina-se alfandeguense.
O concelho é bastante acidentado, situado na vertente sudeste da serra de Bornes e é atravessado pelos vales do Rio de Zacarias na área central, do rio Bornes no limite com Mogadouro e da ribeira de Vilariça na fronteira Vila Flor.
História e Monumentos
Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe dado à localidade entre os secs VIII e IX. Este povoado primitivo só foi transformado em concelho medieval no sec. XIII por foral de D. Dinis e reconfirmado no sec. XVI por D. Manuel.
Do património arquitetónico do concelho destacam-se os seguintes monumentos: os Castelos de Felgueiras em Agrobom, de Gouveia, de Sendim da Ribeira, de Alfândega da Fé e de Picões (séc. XVIII), em Eucísia; as Igrejas Matriz de Agrobom, Matriz de Sambade (séc. XVIII) e Matriz de Sendim da Ribeira (séc. XVII); as Capelas de Santa Eufémia, de Nossa Senhora de Jerusalém (séc. XIX) em Sendim da Serra, de Santo Antão em Vilarelhos, de São Bernardino em Ferradosa e de São Sebastião (séc. XVIII) em Alfândega da Fé; os Solares do Morgado de Vilarelhos (séc. XVII) e de Santa Justa em Eucísia; os Santuários de Nossa Senhora dos Anúncios em Vilarelhos e do Imaculado Coração de Maria nos Cerejais; o Cruzeiro de Gouveia (séc. XIX); a Torre do Relógio em Alfândega da Fé; os diferentes castros e as pontes medievais.
Tradições, Lendas e Curiosidades
A origem da palavra Alfândega vem do árabe Alfandagua que significa estalagem segura. A palavra Fé surge, segundo a lenda, da libertação das donzelas. Havia naquelas paragens um rei muçulmano que obrigava as pessoas das vilas vizinhas a pagarem, como feudo, umas tantas donzelas. A população do concelho, cansada de tal arrogância, pegou em armas e, conjuntamente com o povo das terras vizinhas, lutou contra o mouro, acabando por matá-lo e aos seus soldados. Assim terminou o tributo e viveram em tranquilidade.
Romarias importantes: Festa do Mártir S. Sebastião, no segundo domingo de agosto, em Gebelim; a Festa de S. Bernardino de Sena, a 9 de setembro, em Sambade; a Festa de Nossa Senhora das Neves, no terceiro domingo de agosto, em Parada; a Festa de Santo Antão da Barca, no primeiro domingo de setembro, em Vilarelhos; a Festa de Nossa Senhora dos Anúncios a 11 e 12 de agosto; e, em Sendim da Serra, a Festa a Nossa Senhora de Jerusalém. Anualmente realiza-se a Festa da Amendoeira em Flor (fevereiro/março) e a Festa da Cereja (primeira quinzena de junho). Tem feiras mensais nos dias 17 e último dia do mês na freguesia da sede do concelho e no primeiro domingo em Sambade.
Tem o feriado municipal a 29 de junho.
No artesanato típico confecionam-se cestas de verga e canastras, trabalhos em couro, trabalhos na forja, colchas de linho e de lã.
Economia
Economicamente é um concelho agrícola, já que o vale em que se encontra situado é muito fértil. É um concelho que se dedica, essencialmente, à produção de amêndoa, cereja, castanha, sobreiro, produtos hortícolas e à criação de gado ovino e caprino. A indústria tem pouca expressão na economia do concelho, prevalecendo as pequenas empresas ligadas à construção civil, ao ramo alimentar e ao ramo da madeira e cortiça. Um ramo económico em desenvolvimento é o do turismo, pois o concelho possui condições para prática da caça, pesca e desportos fluviais.
Como referenciar este artigo:
Alfândega da Fé. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-06-17].
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A CONFRARIA DA CEREJA

A Confraria
A Confraria da Cereja de Portugal nasceu da vontade de um grupo de pessoas da região da Cova da Beira que, cientes da importância deste produto na revitalização do mundo rural, decidiram juntar-se em prol da promoção da cereja. São, por demais, conhecidas as dificuldades que atravessa a nossa agricultura sendo por isso imperativo a criação de âncoras que evitem o depauperamento da economia agrícola. É necessário fornecer aos agricultores, em particular aos cerisicultores, motivos para acreditarem que trabalhar a terra é uma profissão digna e fundamental para o país em que se integram. Para além disso os cerisicultores necessitam de expectativas de rentabilidade, de estabilidade e crescimento. Esta confraria acredita, plenamente, nas potencialidades deste sector da fruticultura e nas capacidades dos seus profissionais. E é porque acreditam que criaram esta confraria, que conta entre os seus objectivos:- A divulgação, promoção e defesa das Indicações de Origem Protegidas dos produtores nacionais de cereja.- Actuar junto das comunidades regionais dinamizando eventos de cariz tradicional ou promovendo iniciativas inovadoras em proveito daquelas comunidades.- Promover a valorização dos seus associados no que respeita a aquisição e aprofundamento de conhecimentos sobre a produção, conservação e comércio da cereja. - Estabelecer relações ou parcerias com outras entidades públicas ou privadas.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
BOMBEIROS: Antigamente
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